NO FUNDO PORTUGAL É MAR / PORTUGAL IN THE DEEP IS THE SEA

Fábrica das Artes | For all childhoods

This exhibition brings together three artistic proposals: TerraMar, a video installation of GraçaCastanheira, created based on materials provided by EMEPC, captured by ROV Luso, revealing the seabed. This facility proposes to make us live below the water line. Portas do Mar, an installation of lighthouses, which bring us the sound universe of the sea, the ports and the beaches, and reveal the sound-light codes of Portuguese lighthouses. Balaenaplasticus is an installation by Ana Pêgo and Luís Quinta, which warns about pollution and environmental imbalances; consists of the skeleton of a whale of beard created with plastic trash that the sea gives back to us and that shouts the urgency of relearn many gestures. The entrance to the exhibition No Fundo Portugal is Mar is free, and its closure is scheduled for 31 July.

The rest of the program revolves around the exhibition No Fundo Portugal e Mar. The senses of this exhibition unfold in exploratory workshops, in which we want to pass from watching to doing, that is, to know better and grow with it. There are six workshops that go through creative writing, confrontation with imaginary and real monsters, the liquid forms of marine sculptures, the abyssal symmetry between the sea and the cosmos to the fascinating and fatal confrontation with the immensity of the plastics we throw into the oceans and who now take care of him and of our own body, condemning us all to the fate of the skeleton of the Balaenaplasticus whale, integrated in the project Plasticusmaritimus. In the Garden of Olives there will be three concerts, sessions with storytellers and long sea conversations among such improbable interlocutors, how varied is the human fauna that the sea lives among us.

Finally, two spectacles challenge us in diametrically opposite senses in our deepest convictions and our deepest feelings about the sea: Marino tries everything that in us lives and avoids, seeks and escapes in relation to the sea, exploring the ambiguities through the paths where they live, in our senses, in the voice and in the listening, in the light and the shadow. The second show, one of the most transverse classic on the sea. The Girl from the Sea, by Sophia de Mello Breyner Andresen, from the music of Bernardo Sassetti, reminds us that beauty and love, land and sea live in the city of men, in their history, in the political forces that and that the future is a choice that is about to be made, such as a course, a horizon, a ship lying at sea.

For further information: https://www.emepc.pt/

Program (pdf): https://www.ccb.pt/mediaRep/ccb/files/projetos_educativos/fabrica_das_artes/2018/maio/CicloNoFundoPortugalEMarCCB2018.pdf

 

Fábrica das Artes | Para todas as infâncias

Esta exposição agrega três propostas artísticas: TerraMar, uma instalação vídeo de Graça Castanheira, criada com base em materiais cedidos pela EMEPC, captados pelo ROV Luso, revelando-nos os fundos marinhos. Esta instalação propõe fazer-nos viver abaixo da linha de água. As Portas do Mar, uma instalação de faróis, que nos trazem o universo sonoro do mar, dos portos e das praias, e nos revelam os códigos sonoro-luminosos dos faróis portugueses. Balaenaplasticus é uma instalação da autoria de Ana Pêgo e Luís Quinta, que alerta sobre a poluição e os desequilíbrios ambientais; consiste no esqueleto de uma baleia de barbas criada com lixo plástico que o mar nos devolve e que grita a urgência de reaprendermos muitos gestos. A entrada na exposição No Fundo Portugal é Mar é livre, estando previsto o seu encerramento no dia 31 de Julho.

A restante programação gira em torno da exposição No Fundo Portugal é Mar. Os sentidos desta exposição desdobram-se em oficinas exploratórias, nas quais queremos passar do assistir ao fazer, ou seja, conhecer melhor e crescer com isso. São seis oficinas, que passam pela escrita criativa, pelo confronto com monstros imaginários e reais, pelas formas líquidas das esculturas marinhas, pela simetria abissal entre o mar e o cosmos até ao confronto fascinante e fatal com a imensidão dos plásticos que lançamos nos oceanos e que tomam agora conta dele e do nosso próprio corpo, condenando-nos a todos ao destino do esqueleto da baleia Balaenaplasticus, integrada no projeto Plasticusmaritimus. No Jardim das Oliveiras decorrerão três concertos, sessões com contadores de histórias e longas conversas marinhas entre tão improváveis interlocutores quanto variada é a fauna humana que entre nós vive o mar.

Por fim, dois espetáculos desafiam-nos em sentidos diametralmente opostos nas nossas mais fundas convicções e nos nossos mais fundos sentimentos sobre o mar: Marinho experimenta tudo aquilo que em nós vive e evita, procura e foge na relação com o mar, explorando as ambiguidades através dos caminhos onde elas se vivem, nos nossos sentidos, na voz e na escuta, na luz e na sombra. O segundo espetáculo, um dos mais transversais clássicos sobre o mar. A Menina do Mar, de Sophia de Mello Breyner Andresen, a partir da música de Bernardo Sassetti, lembra-nos que a beleza e o amor, a terra e o mar vivem na cidade dos homens, na sua história, nas forças políticas que se afrontam, e que o futuro é uma escolha que está para ser feita, tal como um rumo, um horizonte, uma nave largada no mar.

Para mais informações: https://www.emepc.pt/

Pdf do Programa: https://www.ccb.pt/mediaRep/ccb/files/projetos_educativos/fabrica_das_artes/2018/maio/CicloNoFundoPortugalEMarCCB2018.pdf